Globalização e arquitectura: "capitalismo e esquizofrenia"

Autores

  • Luís Santiago Baptista

Resumo

"A descodificação dos fluxos, a desterritorialização do socius, constituem, pois, a tendência mais essencial do capitalismo. Ele não pára de tender para o seu limite, que é um limite propriamente esquizofrénico. ( ... ) De facto, o que queremos dizer é que o capitalismo, no seu processo de produção, produz uma formidável carga esquizofrénica sobre a qual faz incidir todo o peso da sua repressão, mas que não deixa de se reproduzir como limite do processo. Porque o capitalismo nunca pára de contrariar e inibir a sua tendência, sem deixar, no entanto, de se precipitar nela; não pára de afastar o seu limite sem deixar ao mesmo tempo de tender para ele. ( ... ) O esquizofrénico situa-se no limite do capitalismo;( ... ) A esquizofrenia é a produção desejante como limite da produção social."
Gilles Deleuze, Felix Guattari

Palavras-chave:

Globalização

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Publicado

2014-10-30

Como Citar

Baptista, L. S. (2014). Globalização e arquitectura: "capitalismo e esquizofrenia". Sebentas d’Arquitectura, (4), 45–51. Obtido de http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/sa/article/view/1818

Edição

Secção

Artigos