http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/rpca/issue/feed Revista de Psicologia da Criança e do Adolescente 2021-08-27T18:14:44+00:00 Prof.ª Doutora Tânia Gaspar Sintra dos Santos tania.gaspar@lis.ulusiada.pt Open Journal Systems <p>A "Revista de Psicologia da Criança e do Adolescente" é uma revista científica multidisciplinar que procura publicar resultados de novas investigações e intervenções no âmbito da Psicologia e ciências relacionadas, nestes grupos etários.</p> http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/rpca/article/view/2919 Nota introdutória 2021-08-27T13:44:59+00:00 <p>A “Revista Psicologia da Criança e do Adolescente” é uma revista científica multidisciplinar, que procura publicar resultados de novas pesquisas e intervenções no âmbito da Psicologia e ciências relacionadas, nestes grupos etários. Funciona como uma forma de divulgação da investigação e prática de diversos temas atuais e de elevada pertinência na área científica da Psicologia da Criança e do Adolescente. É um fórum de encontro e discussão da experiência, ideias e investigação científica fundamentais para o desenvolvimento profissional de Psicólogos, docentes, investigadores e outros profissionais, assim como discentes. A revista envolve e integra várias abordagens e quadros teóricos, incidindo essencialmente numa perspetiva desenvolvimental e ecológica. Procuramos artigos originais, artigos de revisão, artigos de investigação aplicada, cartas ao editor, comentários e ainda estudos de caso nas áreas de Psicologia da saúde, Clínica, Educacional, Trabalho e Organizações, Criminal entre outras disciplinas que trabalhem com ou estejam envolvidas com o desenvolvimento psicossocial da criança e do adolescente.</p> 2021-08-27T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2021 http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/rpca/article/view/2920 Consumo de suplementos e risco de distúrbios no comportamento alimentar em atletas adolescentes 2021-08-27T13:49:45+00:00 Luiza Laubert La Porta helder.machado@lis.ulusiada.pt Fernanda Donner Alves helder.machado@lis.ulusiada.pt Carolina Guerini de Souza helder.machado@lis.ulusiada.pt <p>O objetivo do presente estudo foi avaliar o consumo de suplementos alimentares por atletas adolescentes de diferentes modalidades esportivas de um clube de Porto Alegre, o risco de distúrbios no comportamento alimentar e possíveis associações destas variáveis com o treinamento esportivo. Trata-se de um estudo transversal com 133 atletas federados praticantes de nove modalidades esportivas em que foram avaliados o consumo de suplementos alimentares, comportamento alimentar e insatisfação com a imagem corporal. A amostra foi composta por adolescentes sendo predominante o sexo masculino (57%), com idade média de 15,8 ± 2 anos. Mais de 30% declarou consumir suplementos, com objetivo principal de melhorar o desempenho esportivo, sendo o carboidrato e a proteína os mais citados. Dos que consumiam 80% tinha orientação nutricional da nutricionista do clube para este uso. Participar de modalidades esportivas individuais e praticar musculação aumentaram a probabilidade de consumo de suplementos em 6 e 15 vezes, respectivamente. A avaliação do comportamento alimentar resultou em baixo risco de distúrbio, e a insatisfação com a imagem corporal foi menor nos homens que usavam suplementos (p = 0,048). Portanto, a população de atletas adolescentes estudada apresentou um maior consumo de suplementos alimentares nos atletas que praticavam esportes individuais e musculação, em sua maioria, na busca de melhora de desempenho e melhora da imagem corporal. A presença de nutricionista no clube esportivo pode estar relacionada com a baixa prevalência de distúrbios do comportamento alimentar.</p> 2021-08-27T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2021 http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/rpca/article/view/2921 Adaptação e validação psicométrica de uma escala destinada a avaliar o funcionamento ordálico nos jovens 2021-08-27T14:10:55+00:00 José António Carochinho helder.machado@lis.ulusiada.pt <p>Os comportamentos de risco em adolescentes e jovens adultos são uma realidade que não vale a pena escamotear. Resultam de uma necessidade de afirmação e de um gosto muito particular pela novidade (Machado, 2015). No entanto alguns desses comportamentos de risco enquadram-se naquilo a que de designa de comportamentos ordálicos, isto é comportamentos em que um indivíduo se envolve deliberadamente e de forma repetida em situações potencialmente fatais. Este artigo apresenta-nos o resultado da adaptação e validação psicométrica do Questionário de Funcionamento Ordálico (QFO) de Cardénal, Sztulman, &amp; Schmitt (2007) para a língua portuguesa com base numa amostra de 287 jovens. Em termos de validade de constructo, os resultados da análise factorial de componentes principais permitiu-nos identificar uma estrutura bi-factorial interessante e em termos de fiabilidade, os alfas de Cronbach revelaram valores bastante aceitáveis quer para a escala global, quer para cada um dos factores.</p> 2021-08-27T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2021 http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/rpca/article/view/2922 Dislike: Cyberbullying e Psicopatologia na adolescência 2021-08-27T14:38:35+00:00 Sara Pires helder.machado@lis.ulusiada.pt Diana Vieira helder.machado@lis.ulusiada.pt Maria Castello Branco helder.machado@lis.ulusiada.pt <p>A presente revisão pretende identificar fatores de risco para ser vítima de cyberbullying na adolescência, consequências desta agressão na saúde mental e medidas preventivas disponíveis na literatura. Os fatores que predispõem à vulnerabilidade ao cyberbullying parecem relacionar-se com a existência de bullying tradicional, perfil de introversão e/ou ansiedade social, dispender demasiado tempo online e ter comportamentos de risco através de meios electrónicos. As consequências na saúde mental são variadas, identificando-se perturbações de ansiedade e/ou depressivas, alterações do sono, problemas alimentares, sintomatologia psicossomática, uso de substâncias, problemas de concentração e absentismo escolar. O papel dos psicólogos, pedopsiquiatras e técnicos de cuidados de saúde primários revela-se de extrema importância na prevenção do cyberbullying, podendo estes profissionais informar os adolescentes sobre os riscos online, identificar precocemente casos desta agressão e evitar o impacto negativo que este fenómeno pode ter ao nível da saúde mental.</p> 2021-08-27T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2021 http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/rpca/article/view/2923 Mitos e crenças de adolescentes e adultos jovens sobre sexualidade – uma revisão integrativa da literatura 2021-08-27T15:50:42+00:00 Amélia Losada Cerqueira helder.machado@lis.ulusiada.pt Meireluci Costa Ribeiro helder.machado@lis.ulusiada.pt <p>A adolescência, fase de transição para a vida adulta, é o período em que há grande desenvolvimento pessoal, intelectual, social e também sexual. Tendo o adolescente mais abertura, no que tange à sexualidade, através dos meios de comunicação, somada à sua maturidade crítica em desenvolvimento, existe maior predisposição em acreditar em mitos relacionados ao tema. O objetivo deste estudo foi identificar mitos e crenças relacionados à sexualidade, na visão de adolescentes e adultos jovens. Realizou-se uma revisão integrativa da literatura e foram incluídos artigos publicados nos últimos dez anos. No total, foram incluídos 2.260 participantes, de 11 a 25 anos de idade, em estudos conduzidos no Brasil, Gana e Turquia. Dentre os mitos e crenças referidos estão: Virgindade feminina é importante para a satisfação sexual masculina; circuncisão é necessária para a higiene íntima; vestuário e comportamento incitam o assédio sexual; bebidas alcoólicas e/ou drogas ilícitas aumentam o desejo sexual; o garoto sempre terá mais prazer que a garota; quanto maior o pênis do garoto, maior será o prazer da garota; a primeira relação sexual não engravida; masturbação faz mal a saúde, entre outros. Os estudos evidenciam a necessidade de intervenções educacionais a fim de desmistificar crenças errôneas de jovens acerca da sexualidade para que possam vivenciá-la de forma segura e responsável.</p> 2021-08-27T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2021 http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/rpca/article/view/2924 Identificação de fatores de risco para a hipertensão arterial na adolescência através do rastreio escolar 2021-08-27T16:22:06+00:00 Luma Juliana de Oliveira helder.machado@lis.ulusiada.pt Augusto José Bezerra de Andrade helder.machado@lis.ulusiada.pt Marília Abrantes Fernandes Cavalcanti helder.machado@lis.ulusiada.pt João Mário Pessoa Júnior helder.machado@lis.ulusiada.pt Ellany Gurgel Cosme do Nascimento helder.machado@lis.ulusiada.pt <p>Identificar fatores de risco predisponentes à hipertensão arterial em adolescentes. Estudo descritivo-exploratório realizado no município de Pau dos Ferros, estado do Rio Grande do Norte. Foram incluídos 242 escolares na faixa etária de 12 a 18 anos. A maioria dos participantes apresentou pressão arterial dentro dos níveis de normalidade. Detectou-se consumo diário de frutas, legumes e verduras, ingesta exacerbada de alimentos industrializados, estado nutricional adequado, realização de atividades físicas e baixo consumo de álcool em maiores percentuais. A verificação da pressão arterial foi relatada como condicionada ao adoecimento, reafirmada pelo desconhecimento quanto às medidas preventivas contra a hipertensão. O sexo feminino apresentou níveis pressóricos mais adequados. Não foi detectada relação estatística entre sobrepeso e elevação da pressão arterial. Considera-se a necessidade de conversão dos hábitos alimentares e o envolvimento da escola e da família frente ao estímulo quanto a hábitos de vida saudáveis.</p> 2021-08-27T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2021 http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/rpca/article/view/2925 Criança-adolescente e família convivendo com o diabetes 2021-08-27T16:43:58+00:00 Luzia Wilma Santana da Silva helder.machado@lis.ulusiada.pt Camilla de Souza Menezes helder.machado@lis.ulusiada.pt Helder Brito Duarte helder.machado@lis.ulusiada.pt Vilma Maria Gonçalves de Oliveira helder.machado@lis.ulusiada.pt Grasiele Alves Souza helder.machado@lis.ulusiada.pt Neuziele Miranda da Silva helder.machado@lis.ulusiada.pt Lucátia Cipriano dos Santos helder.machado@lis.ulusiada.pt Tássia Dahyanna Almeida Rebouças helder.machado@lis.ulusiada.pt <p>O artigo trata das percepções do ser criança-adolescente e família convivendo com Diabetes Mellitus tipo 1 e seus enfrentamentos na atenção básica em saúde. De abordagem qualitativa na transversalidade com a pesquisa convergente assistencial, realizado em um município da Bahia, no período de agosto/2014-junho/ 2015 através de busca ativa, questionário semiestruturado e oficinas educativas. Dos resultados, relatos de déficit de conhecimento sobre a doença e tratamento; dificuldade de acesso ao sistema local de saúde, sentimento de invisibilidade, seguido de busca por assistência na capital do estado e, batalhas judiciais à garantia dos insumos ao tratamento. Finaliza-se com a evidência de que se faz necessário a atenção básica e os profissionais de saúde tecer um olhar mais proximal que perspective o ser criança-adolescente em suas especificidades de ser-existir e a família em suas demandas de cuidado aos saberes-fazeres para um viver mais digno e seguro deste grupo etário.</p> 2021-08-27T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2021 http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/rpca/article/view/2926 A Medicalização do fracasso escolar: o TDAH e o processo de individualização dos problemas de aprendizagem 2021-08-27T17:01:15+00:00 Kelly Cristina Badermann helder.machado@lis.ulusiada.pt Maíra Meira Nunes helder.machado@lis.ulusiada.pt <p>Em muitos contextos escolares percebe-se que a escola apresenta expectativas, criando regras que tendem a adequar as crianças em um padrão socialmente aceito, desconhecendo, muitas vezes, que existem diversos fatores sociais, externos à biologia da criança, que interferem de forma direta no seu desenvolvimento, associando seus fracassos a patologias biológicas tratadas a partir da medicalização. Sendo assim, este trabalho de conclusão de curso teve como objetivo analisar o processo de individualização dos problemas de aprendizagem através da medicalização escolar e dos diagnósticos de TDAH. Com o objetivo alcançado, este apresenta então, através de uma revisão bibliográfica, as controvérsias do TDAH e como esse processo de medicalização individualiza os processos de fracasso escolar ao aluno, transformando crianças saudáveis em “doentes” com pseudo distúrbios de aprendizagem.</p> 2021-08-27T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2021 http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/rpca/article/view/2927 Sexualidade na deficiência intelectual e a importância da educação sexual: estudo de caso 2021-08-27T17:18:11+00:00 Inês Isabel Serrano Faustino helder.machado@lis.ulusiada.pt António Martins Fernandes Rebelo helder.machado@lis.ulusiada.pt <p>O presente trabalho pretende abordar o tema da sexualidade junto da população com deficiência intelectual, enaltecer a importância da existência da educação sexual, bem como a possibilidade desta população possuir aprendizagens neste âmbito. Pretende então, dar seguimento a uma visão não estigmatizante desta população e proporcionar a vivência de uma sexualidade saudável e informada. Neste sentido, trata-se de um estudo qualitativo em profundidade em que foram realizadas ações de sensibilização a 14 jovens da Fundação LIGA com o intuito da transmissão de conhecimentos relacionados com diversas dimensões que compõem a sexualidade. Foram utilizados um questionário de avaliação de conhecimentos e uma entrevista previamente à realização das ações de sensibilização, tendo a aplicação destes instrumentos sido repetida após a realização das mesmas. Os resultados encontrados foram positivos para todas as 7 dimensões da sexualidade abordadas, sendo que, na maioria dos casos, o nível de informação aumentou de forma significativa e inquestionável. O grupo de estudo demonstra uma capacidade de aprendizagem de temas específicos da sexualidade e a necessidade de continuação deste trabalho futuramente.</p> 2021-08-27T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2021 http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/rpca/article/view/2930 Possibilidades na prática clínica com adolescentes sob a ótica da gestalt-terapia 2021-08-27T17:47:36+00:00 Karol Rodrigues Maes helder.machado@lis.ulusiada.pt <p>Este artigo teve como objetivo abordar as possibilidades na prática clínica individual com adolescentes sob a ótica da Gestalt-terapia, tendo como foco as possibilidades vivenciais de intervenção. Porém, para que essas possibilidades contemplem as necessidades do adolescente e para que façam sentido na relação terapeuta- cliente é preciso pensar para quem, para quê, quando, onde e como utilizá-las. Por isso, refletiu-se sobre o conceito de adolescente, incluindo as suas singularidades e comunalidades e o cuidado de não generalizá-lo e estereotipá-lo. Para tal cuidado, abordou-se, também, o conceito de desenvolvimento para a Gestalt-terapia, que não acredita em fases de idade pré-definidas. Além disso, refletiu-se sobre as possibilidades na prática clínica, desde a chegada do adolescente ao consultório, passando pela entrevista, pela compreensão diagnóstica, pelo contrato psicoterapêutico, pela psicoterapia em si e, por fim, pelo contato, sem o qual não haveria a humanidade no trabalho. Com todos esses cuidados, pôde-se copilar as possibilidades vivenciais de intervenção. Concluiu-se que, além das especificidades, há muitas possibilidades de adolescer, portanto, o trabalho psicoterapêutico precisa estar em consonância com essa variedade e, assim, disponibilizar um vasto e criativo arsenal psicoterapêutico.</p> 2021-08-27T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2021 http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/rpca/article/view/2931 Abordagem e tratamento da disforia de género 2021-08-27T17:59:51+00:00 Sofia Costa helder.machado@lis.ulusiada.pt Vânia Martins helder.machado@lis.ulusiada.pt Graça Santos helder.machado@lis.ulusiada.pt Pascoal Moleiro helder.machado@lis.ulusiada.pt <p>A procura dos cuidados médicos devido a disforia de género tem aumentado nos últimos anos. Existe uma discordância entre o sexo biológico e o género identitário, fonte de insatisfação e sofrimento. Revisão sobre a disforia de género, incindindo na abordagem e intervenção terapêutica. Pesquisa bibliográfica efetuada na base de dados PUBMED de artigos publicados entre janeiro de 2009 e novembro de 2017. Os casos de disforia de género, em idade pediátrica, devem ser acompanhados por equipas multidisciplinares que integrem profissionais das áreas de psiquiatria da infância e da adolescência, psicologia clínica e endocrinologia pediátrica. Na transição para a idade adulta, deve ser assegurada a continuidade do seguimento em consulta de sexologia ou em Unidade dedicada a disforia de género. Após a confirmação do diagnóstico, decorrerá o período de mudança de género. A expressão do género identitário é incentivada e é feito o acompanhamento das suas consequências a nível psicológico, familiar e social. É disponibilizado tratamento hormonal e/ou cirúrgico. Legalmente, em Portugal, a mudança de nome e sexo no registo civil pode ser feita aos 16 anos, mas intervenções cirúrgicas só podem ser efetuadas após os 18 anos. As questões relacionadas com sexualidade e identidade de género devem ser abordadas, em consulta, sem juízos preconcebidos e estigmatizantes. A intervenção terapêutica é individualizada e envolve uma abordagem multidisciplinar que pode consistir, ou não, em mudanças a nível do corpo. Os tratamentos hormonais e/ou cirúrgicos constituem opções para melhorar o bem-estar emocional destas pessoas, mas nem todas os desejam.</p> 2021-08-27T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2021 http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/rpca/article/view/2932 Um caso de um adolescente hiperativo 2021-08-27T18:14:44+00:00 Paula Dias helder.machado@lis.ulusiada.pt <p>Através dos parâmetros que têm vindo a ser discutidos como vias de entendimento para a hiperatividade, distinguimos, através de um protocolo Rorschach de um jovem adolescente diagnosticado com PHDA, alguns princípios para a compreensão desta patologia na adolescência. Utilizamos para tal os parâmetros da Escola de Paris e os da Escola de Lisboa para uma análise de um protocolo Rorschach. Dos resultados obtidos, salientamos a mania e a identificação, em toda a sua extensão conceptualizante como referências de interpretação para este caso.</p> 2021-08-27T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2021