O processo de luto inerente à morte da infância à velhice

Autores

  • Cláudia B. Pereira
  • Raquel V. Bruno
  • Rute T. Duarte
  • Maria Margarida Nunes Gaspar de Matos

Resumo

Identificar as crenças da população face à morte e ao respetivo processo de luto e compará-las em 3 grupos etários: adolescentes, adultos e idosos. Amostra: 20 indivíduos de cada uma das faixas etárias, adolescentes, adultos e idosos (n=60), com uma média de idades de 16.5, 39.6 e 69.7 anos, respetivamente, sendo 39 dos sujeitos do género feminino. Resultados: As variáveis mais identificadas foram apoio familiar e/ou social (63,3%), evitar isolamento/ocupar o tempo e reorganizar a vida que favorece positivamente o luto (43,3%), resiliência e aceitação (33,3%), falta de resiliência e aceitação (36,7%), laços com a pessoa que faleceu que favorece negativamente o luto (28,3%) e falar e recordar que favorece negativamente o luto (26,7%). Conclusões: As reações e as formas de lidar com o luto variam de sujeito para sujeito, podendo ser observadas isoladamente ou em combinação e sendo influenciadas por fatores intrapessoais, interpessoais e extrapessoais, com variações ao longo da vida.

Palavras-chave:

Perdas, Luto, Crenças, Ciclo da Vida

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Publicado

2015-01-06

Como Citar

Pereira, C. B., Bruno, R. V., Duarte, R. T., & Matos, M. M. N. G. de. (2015). O processo de luto inerente à morte da infância à velhice. Revista De Psicologia Da Criança E Do Adolescente, 5(2), 31–42. Obtido de http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/rpca/article/view/1869

Edição

Secção

Artigos