Revista Arquitectura Lusíada http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/ral <p>A "Revista Arquitectura Lusíada" é uma publicação científica comum às Faculdades de Arquitetura e Artes das Universidades Lusíada. Pretende ser um órgão de informação, de divulgação e de reflexão nas áreas pluridisciplinares em que assenta o ensino da Arquitetura e do Design, prolongando-se para o seu âmbito de ação profissional e de exercício de cidadania. Os objetos da publicação são a Arquitetura e o Design no sentido lato de todas as suas componentes, do projeto à investigação, teórica ou aplicada.</p> Universidade Lusíada Editora pt-PT Revista Arquitectura Lusíada 1647-9009 Área metropolitana de Lisboa: que estratégias? http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/ral/article/view/236 <p>A área metropolitana de Lisboa reflete acentuados desequilíbrios regionais, a não existência dum modelo que perspective a sua sustentabilidade e competitividade, a falta de projetos integrados que envolvam a qualidade da paisagem humanizada, rentabilizem os recursos energéticos e potenciem a mobilidade.</p> <p>Apesar dos exemplos europeus, a região da Grande Lisboa enreda-se numa conurbação de cidades-subúrbios incapazes de se tornarem competitivas, de gerarem emprego, coesão social e qualidade de vida, traduzindo uma falta de modelos de referência e de teorias.</p> <p>As acessibilidades regionais são um factor determinante do desenvolvimento, mas não se compadecem com as indefinições de traçado e localização das grandes infra-estruturas, enunciando a ausência dum pensamento e de estudos cientificamente sustentados sobre as regiões.</p> <p>Assim, é necessário equacionar a competitividade das cidades e a sustentabilidade num primeiro nível, resolver os problemas da segurança e da violência urbana num segundo nível e a integração comunitária para que exista uma boa saúde mental num terceiro nível. Os modelos de referência e a sua adaptabilidade, os ambientes urbanos e as condições técnicas de ação, constituem três níveis interativos, indissociáveis dum processo integrado de desenho. O debate está em aberto, mas como diz José Gil, pode haver um problema de não inscrição.</p> Rui Barreiros Duarte Direitos de Autor (c) 2015 Revista Arquitectura Lusíada 2013-10-03 2013-10-03 2 7 17 Filantropia e arquitectura: da 1ª República ao Estado Novo (1880-1920) http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/ral/article/view/237 <p>Apresenta-se um trabalho de investigação sobre a arquitetura e a filantropia no período de mudança de paradigma que abrange as décadas de 1880 a 1920. Faz-se o enquadramento da filantropia no país, estudam-se as instituições filantrópicas e os principais filantropos, as obras realizadas, os Arquitetos e seus projetos, a Arquitetura e o impacto no desenvolvimento. Está a ser desenvolvida uma base de dados, com metadados que a permitem disponibilizar como biblioteca digital, inclusive para a Europeana, num site também em desenvolvimento. Pretende-se contribuir para o conhecimento do património filantrópico, um acervo da cultura contemporâneo em risco, ao mesmo tempo que se pretende majorá-lo sob outras potencialidades, nomeadamente, pela sua capacidade dereforçar os laços identitários das comunidades.</p> Andreia Galvão José Ribeiro Mendes Direitos de Autor (c) 2015 Revista Arquitectura Lusíada 2013-10-03 2013-10-03 2 19 32 Técnicas de construção da época da 1ª República: memória arquitectónica revisitada e activação patrimonial na Golegã http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/ral/article/view/238 <p>Pretende-se focar as técnicas de construção da arquitetura vernacular desenvolvidas durante o período da 1ª República e, particularmente, um exemplo da arquitetura praticada numa zona rural do Ribatejo. Numa perspetiva de «apresentação-interpretação» usa-se esse exemplo construído como objeto de um exercício de memória da edificação na Golegã.</p> Luís Mota Figueira Direitos de Autor (c) 2015 Revista Arquitectura Lusíada 2013-10-03 2013-10-03 2 33 47 Sonho de J. Taborda de Magalhães, projecto de M. Ventura Terra: Colónia da Sineta, Caxias, 1910 http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/ral/article/view/239 <p>Existem em Caxias, na Avenida Taborda de Magalhães, duas belas e distintas moradias unifamiliares sobre as quais quase nada se sabia, até 2008, sendo as suas peças desenhadas inéditas e as suas autorias desconhecidas: a “Vivenda Castro” (de Norte Júnior) e a “Colónia da Sineta” (de Ventura Terra).</p> <p>A “Colónia da Sineta” representa a materialização do sonho de João Taborda de Magalhães, surgido em Agosto de 1906, de criar colónias de verão para crianças pobres. Foi, a essa data, iniciada uma subscrição, no jornal “Diário de Notícias”, que viria a mostrar-se frutuosa. Ao fim de cerca de três anos e meio a iniciativa conseguira amealhar o que seria, aos dias de hoje, a quantia de cerca de cinquenta mil euros.</p> <p>Os donativos fizeram-se em dinheiro, em materiais de construção e em trabalho. O projecto, não assinado, e até agora desconhecido, foi traçado por Ventura Terra. A construção, iniciada em 1910 e só concluída na década de 1920, foi missão do construtor civil José de Passos Mesquita. A autoria do friso azulejar exterior será de Jorge Collaço, a crer nas palavras do “sineteiro” Taborda de Magalhães.</p> <p>A distinta edificação, fruto da fusão de forças e de esforços de centenas de pessoas, apresenta-se, atualmente, em extremo risco físico. A sumária análise de estado de conservação exterior, revelou total descaracterização de vãos e de revestimentos e acabamentos, sendo notório o deficiente estado estrutural da centenária “Colónia da Sineta”.</p> <p>Pretende-se, com este artigo, dar a conhecer um pouco da origem do edifício e daqueles que mais diretamente se envolveram na sua criação. Mas é nossa intenção, acima de tudo, alertar para o risco que corre e contribuir para a sua merecida, correta e célere intervenção.</p> Alexandra de Carvalho Antunes Direitos de Autor (c) 2015 Revista Arquitectura Lusíada 2013-10-03 2013-10-03 2 49 64 Igreja de Nossa Senhora da Quietação das religiosas descalças da regra de Stª Clara http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/ral/article/view/240 <p>A Igreja de Nossa Senhora da Quietação, vulgarmente conhecida por Igreja das Flamengas, por ser esta a origem das religiosas clarissas que vieram para Portugal, é um dos interessantes exemplos da arquitetura do seu tempo e um dos poucos exemplares, ainda de pé, da obra dos arquitetos régios Frias.</p> <p>A história deste templo liga-se, de perto, com as histórias e as vivências da Família Real portuguesa, mais precisamente com a vida de D. Afonso VI e D. Pedro II.</p> Hilda Moreira de Frias Direitos de Autor (c) 2015 Revista Arquitectura Lusíada 2013-10-03 2013-10-03 2 65 75 Casas a norte: as HE (habitações económicas- Federação de Caixas de Previdência) num processo de continuidade http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/ral/article/view/241 <p>No momento em que se estima o deficit de habitação em Portugal, em 460 milhares, dos quais 150 mil de carácter urgente, despoletando a necessidade de se reverem os programas do habitar dirigidos ao maior número, as Habitações Económicas – Federação de Caixas de Previdência (HE), iniciam em 1947 e ao longo de 25 anos, um vasto trabalho não só de financiamento e promoção do projeto e construção de «Casas de Renda Económica», mas também de aprofundamento e discussão teórica sobre a temática do habitar, revisitando outras experiências, pensamentos e campos disciplinares, propondo novas formas de habitar e cobrindo todo o território nacional.</p> <p>Focamos essencialmente a ação Norte, como um processo de continuidade do trabalho feito em Lisboa, onde se acrescenta o amadurecimento de uma prática contextualizada e motivada por diferentes hábitos e culturas.</p> Maria Tavares Direitos de Autor (c) 2015 Revista Arquitectura Lusíada 2013-10-03 2013-10-03 2 77 88 Resor house project collage (1939), A representação da ideia de projecto e construção http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/ral/article/view/242 <p>A partir da análise da collage elaborada por Mies Van de Rohe para representar o Resor House Project, propõe-se uma atenção especial à informação para lá do imediatamente visível na imagem, como entendimento de que será a descodificação dessa informação que permite a inteligibilidade da ideia de projeto manifestada na sua representação ou pormenorização para a sua materialização, enquanto construção de significado em arquitetura.</p> Ricardo Caetano de Freitas Direitos de Autor (c) 2015 Revista Arquitectura Lusíada 2013-10-03 2013-10-03 2 89 93 Contributo das soluções de controlo solar para a sustentabilidade do edificado http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/ral/article/view/243 <p>O facto de a maioria do edificado ter sido concebido e construído sem ter tido em conta princípios do bioclimatismo, leva a que se detetem erros de conceção (p.e. implantação, orientação à exposição solar, área de envidraçados, etc.) de difícil resolução aposteriori e com sérias consequências ao nível da saúde humana, do conforto térmico, da eficiência energética e da pegada ecológica.</p> <p>O tema desta comunicação diz respeito ao estudo de algumas soluções de sombreamento que possibilitem o controlo solar dos vãos envidraçados, permitindo obter ganhos solares e iluminação natural no Inverno, ao mesmo tempo que os doseia eficazmente no Verão, sem interferência significativa na aparência do edifício. Surge assim, este estudo, como um contributo para a divulgação de uma solução prática e tecnicamente justificada, orientada para complementar outras, já existentes, ou para a correção de anomalias indesejáveis, com consequências positivas ao nível do impacte ambiental, da qualidade do ar interior e do conforto térmico e visual dos ocupantes.</p> <p>Da revisão bibliográfica efetuada, ressalta a conclusão que os sombreamentos interiores de vãos envidraçados a partir de tecidos metalizados permitem alcançar estes propósitos, estando alguns fabricantes alinhados com o paradigma da Sustentabilidade.</p> Alberto Reaes Pinto Carlos Oliveira Direitos de Autor (c) 2015 Revista Arquitectura Lusíada 2013-10-03 2013-10-03 2 95 105 Et maintenant le désir – 4 questões sobre o lugar hoje http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/ral/article/view/244 <p>Pensar sobre qual o sentido e a utilidade do lugar hoje torna-se numa indagação sobre a essência humana. Habitar é uma experiência que ocorre dentro de nós, que interpreta as relações espacio-temporais entre as coisas que nos rodeiam, e que também tem uma componente ética, pressupondo uma finalidade, rejeitando uma aceitação indiferente das inevitabilidades ditas estruturais. Porque, sem essa vontade, a arquitetura é apenas um produto de consumo. Mas, mesmo como mero produto, apenas prospera se seduzir as pessoas, se lhes proporcionar uma experiência e for lugar, apelando à memoria, à imaginação e ao sentidos. Não pode ser indiferente, tem que deslumbrar, emocionar e cativar. O desejo tornou-se no factor de re-humanização, de re-centramento no sujeito, numa experiência do espaço e das coisas, relacionado a coisa construída com o sujeito através da comunicação, nas suas mais diversas formas. A arquitetura do desejo é comunicação. A arquitetura como arte predominantemente pública é um meio, uma oportunidade de emocionar as pessoas e, de certo modo, um desafio ético. Habitamos na megalopolis reconhecendo-a como inabitável, em que cada pensamento, cada imagem, cada sensação e cada afeto são um habitar do inabitável, como se fosse uma homenagem à casa que já não podemos habitar, mas que nos habita, deixada nas paredes, como se fosse um graffiti ou um protesto.</p> Paulo Brito da Silva Direitos de Autor (c) 2015 Revista Arquitectura Lusíada 2013-10-03 2013-10-03 2 107 114 Daciano da Costa: um caso de estudo sobre a importância do ensino de desenho em arquitectura e em design http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/ral/article/view/245 <p>Este artigo tem como principal objetivo dar a conhecer o pensamento de Daciano da Costa (1930-2005) sobre a importância que conferiu ao Desenho, ao longo da sua carreira docente e da sua prática profissional como figura de referência no Design português durante o século XX.</p> <p>A ação pedagógica de Daciano no ensino de Desenho demonstra a importância que lhe atribuía, tanto no ensino como na prática da Arquitetura e do Design, enfatizando as características operativas do Desenho dentro do processo conceptual.</p> <p>A importância do Desenho reveste-se de um amplo sentido, conferindo ao ato de desenhar a capacidade de se constituir como meio de múltiplos recursos para a prática da Arquitetura e do Design.</p> <p>Constatamos que esta importância atribuída ao Desenho por Daciano da Costa é igualmente partilhada e confirmada por outros designers, arquitetos e docentes nestas áreas.</p> <p>Concluímos também sobre a multiplicidade e vitalidade do Desenho como fundamento do processo conceptual o que lhe confere uma permanente atualidade no ensino em Arquitetura e em Design.</p> Ana Moreira da Silva Direitos de Autor (c) 2015 Revista Arquitectura Lusíada 2013-10-03 2013-10-03 2 115 122 Incertezas, nebulosas e outras que tais http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/ral/article/view/246 <p>Aos sistemas de ensino importa opor corretivos a toda e qualquer tendência para a compartimentação estanque dos saberes e a melhor maneira de o fazer é através do desenvolvimento de práticas que acolham a pluridisciplinaridade e revelem o potencial da transversalidade. Dadas as suas condições intrínsecas de acessibilidade, flexibilidade e operatividade, o desenho é potencialmente uma dessas práticas.</p> <p>Com o presente artigo propomo-nos interceder claramente a favor da funcionalidade e expressividade do desenho, não tanto de si para si, mas no contributo que presta, de modo ora mais ora menos direto, à disciplina nuclear do projeto.</p> <p>A necessidade incontornável destas duas disciplinas práticas – o projeto e o desenho – desenvolverem objetivos e metodologias próprios, junto dos alunos, impede o estabelecimento de relações óbvias, diretas e simples entre os dois territórios e dificulta a identificação de áreas de partilha. Porém, a partir do conceito de instrução obtusa, errática e/ou nebulosa que alguns autores fazem emergir, localizámos uma dessas áreas e demos lhe algum desenvolvimento.</p> <p>No padrão de aprendizagem que caracteriza as aulas práticas tanto do projeto como do desenho, decorrente do aprender fazendo, o papel das metodologias sempre se revela decisivo. Libertando/condicionando as forças criativas do aluno, dirigem toda a dinâmica dos trabalhos e detêm grande responsabilidade nos resultados da formação. Vigiar a aplicação dos métodos e relativizar a sua eficácia parece-nos, pois, fundamental.</p> <p>Debruçamo-nos aqui, concreta ainda que limitadamente, sobre os métodos do desenho, naquilo que eles possam trazer de benéfico à estruturação do pensamento projetual. E procuramos fazer ver que, promovendo a ordem e a segurança dos resultados, eles pretendem, sim, limitar as hipóteses de dispersão, mas não erradicá-la.</p> <p>A nebulosidade é largamente necessária à instrução do projeto – diz-nos M. Frederick. Também os métodos do desenho não visam trazer respostas pré-estabelecidas, antes gerar fecundos sistemas de perguntas que produzem luz no nevoeiro da aprendizagem.</p> Elisa Bernardo Direitos de Autor (c) 2015 Revista Arquitectura Lusíada 2013-10-03 2013-10-03 2 123 129 Why is it important to achieve a representative participation in the debate of our cities? http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/ral/article/view/247 <p>Políticos, técnicos e cidadãos têm o mesmo “modelo” de cidade? É possível, sem a participação pública, afirmar que as cidades contemplam as aspirações de todos e todas?</p> <p>A amostra utilizada abrangeu os políticos, técnicos e cidadãos que participaram no Programa Polis em Vila Nova de Gaia - Portugal. Foram usados inquéritos e entrevistas semi - estruturadas. Numa primeira parte focou-se a importância da participação pública e o envolvimento das populações no planeamento urbano em geral. A resposta à primeira questão foi quase unanimemente positiva, ou seja, é importante as pessoas participarem. Por outro lado, a nossa amostra, defende que os cidadão genericamente não participam.</p> <p>Numa segunda fase inquiriu-se a amostra sobre a importância de um conjunto de indicadores para a qualidade de vida urbana (políticos e técnicos - análise quantitativa) e o conceito de cidade ideal (políticos, técnicos e cidadãos – análise qualitativa).</p> <p>A visão obtida através da metodologia quantitativa tende a referir como parâmetros mais importantes para a qualidade de vida urbana os transportes públicos, a qualidade ambiental e os espaços verdes, em detrimento da proximidade entre funções ou da sociabilidade.</p> <p>Quando se questionaram os políticos e os técnicos sobre a descrição da cidade ideal (analise qualitativa) foram sublinhadas os factores de proximidade, casa - trabalho, casa – equipamentos de apoio, ou casa - comércio, e inclusivamente, parâmetros como a sociabilidade e sentimento de vizinhança. Estes parâmetros foram igualmente destacados pela amostra de cidadãos.</p> <p>Ou seja, políticos, técnicos e cidadãos discordam em relação à visão quantitativa aferida através do modelo de qualidade de vida urbana, mas partilham um mesmo “modelo” cognitivo de cidade ideal. Neste sentido, os resultados confirmam a pertinência do debate i.e., da participação de todos e todas na esfera pública.</p> <p>Do technicians, politicians and citizens have the same model of city? And if not, can we, without the public participation, be certain that our cities reflect the aspirations of all?</p> Cecília Delgado Direitos de Autor (c) 2015 Revista Arquitectura Lusíada 2013-10-03 2013-10-03 2 131 144 Castro Marim: o castelo e o forte como elementos estruturantes do tecido urbano http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/ral/article/view/248 <p>Castro Marim é uma vila do interior algarvio que se caracteriza pela sua grande diversidade patrimonial (edificada, natural e cultural). O presente estudo tem por objectivo principal reflectir acerca da preservação, dinamização, divulgação e valorização cultural desta vila. Pretende-se levantar questões acerca do crescimento e consolidação da malha urbana, através dos elementos construídos de carácter militar: o Castelo de Castro Marim e o Forte de São Sebastião, aliados à Cerca Seiscentista, ao Revelim de Santo António e à Bateria do Registo, de forma a compreender o desenho urbano actual e como estes dois elementos estruturaram o tecido urbano ao longo dos séculos.</p> Liliane Nogueira Fragata Alexandra de Carvalho Antunes Direitos de Autor (c) 2015 Revista Arquitectura Lusíada 2013-10-03 2013-10-03 2 145 155 Atuações humanas na paisagem http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/ral/article/view/249 <p>O contexto em que surge esta reflexão temática, sobre uma matéria classicamente considerada menor, enquadra-se no pressuposto de que para conservar e valorizar as matrizes da nossa identidade colectiva é essencial respeitar a memória transmitida pelo nosso património natural, paisagístico, arquitectónico e cultural enquanto legado histórico que nos foi transmitido por sucessivas gerações e que nos conta a história do Homem e, por conseguinte, a forma como este transformou esses espaços em benefício da melhoria da sua condição de vida.</p> <p>Por isso mesmo, a abrangência do tema exige rigor na caracterização do meio físico da área em estudo, o Distrito de Bragança, e nomeadamente quanto ao perfil fisiográfico que a rede hidrográfica determina e pelas vertentes abruptas do Douro e pelo planalto mirandês que é sulcado pelos seus efluentes primários.</p> Patrícia Diogo Direitos de Autor (c) 2015 Revista Arquitectura Lusíada 2013-10-03 2013-10-03 2 157 163 A arquitectura como A-POC http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/ral/article/view/250 <p>Procura-se refletir sobre as relações da arquitetura com outras “artes” úteis, tais como a culinária e o fabrico de roupa recorrendo a um dos autores que melhor se manifestou sobre esta problemática, Adolf Loos. Tendo por base as leituras de alguns dos seus escritos mais simbólicos, tais como Ornament und Verbrechen, 1908 ou Architektur, 1910, estabelece-se pontualmente paralelos com autores de outras áreas de forma a identificar um conjunto de questões que se consideram pertinentes no contexto desta temática.</p> César Alexandre Gomes Machado Moreira Direitos de Autor (c) 2015 Revista Arquitectura Lusíada 2013-10-03 2013-10-03 2 165 170 Louvain-la-Neuve, urbanismo e arquitetura, persistência de valores fundamentais http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/ral/article/view/251 <p>É abordado o contexto histórico, na Bélgica, da cisão da velha Universidade de Lovaina em duas, a Katholieke Universiteit Leuven (KUL), de expressão flamenga, que permanece na velha cidade de Lovaina (Leuven) e a Université Catholique de Louvain (U.C.L.) de expressão francesa, que se vê obrigada a instalar-se em território de expressão francesa, e os princípios urbanísticos que presidiram à criação da cidade nova de Louvain-la-Neuve, respondendo a essa questão social e política.</p> Sérgio Infante Direitos de Autor (c) 2015 Revista Arquitectura Lusíada 2013-10-03 2013-10-03 2 171 185 Introdução http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/ral/article/view/228 Sérgio Infante Direitos de Autor (c) 2015 Revista Arquitectura Lusíada 2013-10-03 2013-10-03 2 5 6 Normas para autores http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/ral/article/view/252 Sérgio Infante Direitos de Autor (c) 2015 Revista Arquitectura Lusíada 2013-10-03 2013-10-03 2 187 187 Guide to authors http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/ral/article/view/253 Sérgio Infante Direitos de Autor (c) 2015 Revista Arquitectura Lusíada 2013-10-03 2013-10-03 2 188 188