Lusíada. Economia e Empresa http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/lee <p>A revista "Lusíada. Economia &amp; Empresa” é um periódico multidisciplinar, de informação independente e pluralista, de apoio ao ensino e divulgação das Ciências Sociais na área da economia e da gestão das organizações públicas e privadas. Propõe-se divulgar trabalhos científicos e académicos resultantes de dissertações de mestrado e de teses de doutoramento, destinados a investigadores, docentes, estudantes, empresários e profissionais com interesse científico nas temáticas da Economia e da Gestão Empresarial. Pretende, também, ser um espaço aberto à participação de colaboradores, especialmente convidados pelos seus méritos profissionais, com comprovadas experiências teóricas e práticas nos domínios da Economia e da Gestão.</p> pt-PT antonio.rebelo.sousa@hotmail.com (Prof. Doutor António Jorge Duarte Rebelo de Sousa) helder.machado@lis.ulusiada.pt (Dr. Helder da Rocha Machado) Mon, 26 Jul 2021 00:00:00 +0000 OJS 3.3.0.7 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 Nota de abertura http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/lee/article/view/2961 <p>A presente edição da revista “Lusíada. Economia &amp; Empresa” integra sete artigos, os quais se relacionam com áreas diversas e do maior interesse actual, sendo todos eles de inegável qualidade. Assim, a Professora Ana Pires de Carvalho, investigadora do Centro de Análise de Políticas da Universidade Eduardo Mondlane – que tem vindo a colaborar intensamente com a nossa revista – apresenta um artigo subordinado ao tema “Population Growth Challenges in Sub-Saharian Africa: are they just demographic?”, no qual se faz uma análise da evolução previsional da população da África Subsaariana, a qual deverá continuar a ser muito significativa, chegando a autora a afirmar que “[…] o malthusianismo talvez não seja uma visão do futuro”, já estando muitos países “[…] a experimentar alguns dos seus aspetos”.</p> António Rebelo de Sousa Direitos de Autor (c) 2021 http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/lee/article/view/2961 Mon, 26 Jul 2021 00:00:00 +0000 Do objecto do negócio à estratégia negocial http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/lee/article/view/2965 <p>O presente artigo pretende analisar como se implementa uma estratégia negocial, quer na área dos negócios económico-financeiros como, também, nos domínios da política internacional ou, inclusive, nas áreas político-sociais e no que se convencionou designar de “ordem interna”. Parte-se do pressuposto de que o negociador pretende maximizar os benefícios a obter, admitindo-se, ainda, que o espectro de conhecimentos e de sabedoria do mesmo seja variável e que o seu “impulso” para negociar possa ser mais ou menos influenciado por fatores de natureza psicológica.</p> António Rebelo de Sousa Direitos de Autor (c) 2021 http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/lee/article/view/2965 Mon, 26 Jul 2021 00:00:00 +0000 Do subprime à pandemia: anatomia de duas crises http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/lee/article/view/2966 <p>Tendo como ponto de partida a denominada “crise do subprime” (2007-2009), bem como a “crise pandémica” (2020-2021), pretende-se com este artigo avaliar os impactos que as mesmas tiveram ao nível dos equilíbrios macroeconómicos bem como nos mercados financeiros e de commodities. Tendo em consideração o contexto e origens distintas que as referidas crises tiveram, os resultados obtidos apontam para impactos e velocidades distintas de recuperação, quer em termos macroeconómicos, quer em termos de mercados financeiros.<br>De igual forma, quando se analisa este tema numa perspetiva geográfica, constatando-se que, tal como na “crise do subprime”, também na “crise pandémica”, os EUA aparentam revelar uma melhor performance do que a observada para a União Europeia (UE).<br>JEL: G01</p> Miguel Coelho, José Gonçalves Direitos de Autor (c) 2021 http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/lee/article/view/2966 Mon, 26 Jul 2021 00:00:00 +0000 A presidência de Biden – um evento transformador na história dos EUA http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/lee/article/view/2967 <p>A tese central deste artigo consiste em admitir-se que a administração Biden será essencialmente transformadora, contribuindo para mudar a narrativa política e económica nos EUA e em grande parte do mundo. Esta nova tese poderá narrar o fim de 40 anos de uma filosofia económica iniciada pela presidência de Reagan, avançando-se para um período de maior intervencionalismo do governo.</p> Patrick Siegler-Lathrop Direitos de Autor (c) 2021 http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/lee/article/view/2967 Mon, 26 Jul 2021 00:00:00 +0000 Aprender a melhor programar computadores: com métodos e ferramentas que permitem conceber, executar e testar programas — casos de programação iterativa e recursiva http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/lee/article/view/2968 <p>Como conceber e codificar um bom Programa para Programação de Computadores? Esta é uma questão sempre presente na mente de quem aprende e ensina Programação. Perante um Problema a resolver, o presente artigo apresenta métodos para conceber soluções de Programação, apresentando estudos de casos com a aplicação de métodos de Programação Iterativa e Recursiva, tanto na conceção, como na codificação, execução e testes de Programas, num ambiente de aprendizagem interativa. A Linguagem de Programação Python foi justificadamente escolhida, na sua componente de paradigma imperativo, e aplicou-se a ferramenta Online Python Tutor, para codificação, execução e teste, a qual permite, de forma interativa, compreender a execução do programa e observar o estado das estruturas de dados envolvidas, passo a passo.</p> Paulo Enes Silveira Direitos de Autor (c) 2021 http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/lee/article/view/2968 Mon, 26 Jul 2021 00:00:00 +0000 O Plano Português de Recuperação e Resiliência (PRR): tensões, inconsistências e uma afinação proposta para descentralizar e capacitar http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/lee/article/view/2969 <p>O presente artigo pretende analisar como se implementa uma estratégia negocial, quer na área dos negócios económico-financeiros como, também, nos domínios da política internacional ou, inclusive, nas áreas político- sociais e no que se convencionou designar de “ordem interna”.<br>Parte-se do pressuposto de que o negociador pretende maximizar os benefícios a obter, admitindo-se, ainda, que o espectro de conhecimentos e de sabedoria do mesmo seja variável e que o seu “impulso” para negociar possa ser mais ou menos influenciado por fatores de natureza psicológica.</p> Pedro Gomes Rodrigues Direitos de Autor (c) 2021 http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/lee/article/view/2969 Mon, 26 Jul 2021 00:00:00 +0000 Um relato do webinar: “A pandemia e a recuperação económica”, com Constantino Sakellarides e Ricardo Reis http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/lee/article/view/2970 <p>O que se obtém quando se juntam Constantino Sakellarides e Ricardo Reis para discutir a pandemia em curso e a tão almejada recuperação económica? Uma reflexão interessante onde a macroeconomia e a saúde pública se complementam. Esta nota faz o relato de uma dessas sessões, onde se falou da evolução recente da pandemia em Portugal e no resto do mundo, na resposta das autoridades num quadro de incerteza e, ainda, do papel das Agências do Medicamento, enquanto reguladoras. Reforçou-se a necessidade de ter indicadores atualizados para poder controlar a transmissão da doença e o que é necessário fazer para que as sessões do INFARMED se tornem efetivamente em aconselhamento científico. Argumentou-se que, apesar dos testes terem um custo, os benefícios associados a controlar a pandemia são largamente superiores, pois sem saúde pública não há economia. Quanto ao papel da União Europeia na distribuição das vacinas, concluiu-se que, para além de ter demorado muito tempo a aprová-las, encomendou-as em número muito insuficiente, especialmente em face de um desconfinamento global e um retorno à normalidade que exigem um apoio aos países menos desenvolvidos. No plano da política macroeconómica contracíclica e da resposta orçamental à crise, foi desejável aumentar o endividamento público (pedindo emprestado ao futuro), não só para apoiar quem mais sofreu com a pandemia, mas também para compensar o aumento (mecânico?) da poupança privada. O futuro (2021 e 2022) depende muito de como o setor privado usará este excesso de poupança: com prudência, atrasando assim a recuperação da atividade económica em termos conjunturais, ou de uma só vez, agravando as tensões inflacionistas.</p> Pedro Gomes Rodrigues Direitos de Autor (c) 2021 http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/lee/article/view/2970 Mon, 26 Jul 2021 00:00:00 +0000