O Plano Português de Recuperação e Resiliência (PRR): tensões, inconsistências e uma afinação proposta para descentralizar e capacitar

Autores

  • Pedro Gomes Rodrigues Centro de Administração e Políticas Públicas Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, Universidade de Lisboa

DOI:

https://doi.org/10.34628/jfeh-r484

Resumo

O presente artigo pretende analisar como se implementa uma estratégia negocial, quer na área dos negócios económico-financeiros como, também, nos domínios da política internacional ou, inclusive, nas áreas político- sociais e no que se convencionou designar de “ordem interna”.
Parte-se do pressuposto de que o negociador pretende maximizar os benefícios a obter, admitindo-se, ainda, que o espectro de conhecimentos e de sabedoria do mesmo seja variável e que o seu “impulso” para negociar possa ser mais ou menos influenciado por fatores de natureza psicológica.

Palavras-chave:

Objeto do negócio, Estratégia negocial, Fatores psicológicos

Referências

Mateus & Associados (2013). 25 anos de Fundos Estruturais: Olhares sobre a evolução da sociedade, da economia e das instituições em Portugal, Fundação Francisco Manuel dos Santos.

Rodrigues, P.G. (2021). “PRR: Descentralizar e Capacitar”, artigo de opinião in Público, 23 de fevereiro.

Publicado

26-07-2021

Como Citar

Rodrigues, P. G. (2021). O Plano Português de Recuperação e Resiliência (PRR): tensões, inconsistências e uma afinação proposta para descentralizar e capacitar. Lusíada. Economia E Empresa, (30), 103–112. https://doi.org/10.34628/jfeh-r484

Edição

Secção

Artigos