Aprendizagem experiencial e formação em serviço social

Autores

  • Francine Oullet-Dupé
  • Jocelyn Lindsay

Resumo

Ao abordar este tema, vamos colocar três tipos de questões que justificam o interesse dos formadores em Serviço Social por uma teoria de aprendizagem experiencial.

Em primeiro lugar, o ensino da prática: este sector põe muitas vezes problemas aos professores, que podem por em oposição a teoria e a prática; uns privilegiando a primeira e outros a segunda, mas todos consideram difícil a sua articulação e complementaridade.

Em segundo lugar, a vinda massiça de estudantes adultos para programas regulares de formação: verificamos que estes estudantes, aprendem muito rapidamente segundo um processo diferente do jovem estudante vindo do liceu. Têm uma experiência que lhes coloca interrogações e/a aproximação à teoria, situa-se numa base já integrada.

Finalmente, numa perspetiva curricular, a existência dum estágio prático como parte integrante duma formação de base: os últimos anos foram férteis em investigações sobre a justificação de estágios nas escolas profissionais. As respostas a estas interrogações foram, em primeiro lugar, de ordem histórica ou de justificação de um nível mínimo de competência profissional. Raramente se utilizou um quadro teórico para apoiar a fundamentação dum estágio prático.

Os três tipos de factos citados, parecem à primeira vista, diferentes e muito dispares. Todavia, põem sempre em evidência a necessidade duma complementaridade entre a teoria e a prática e a necessidade de articulação entre uma e outra.

  1. A aprendizagem experiencial como teoria aplicada;
  2. Implicações pedagógicas;
  3. Conclusão.

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Publicado

2014-05-27

Como Citar

Oullet-Dupé, F., & Lindsay, J. (2014). Aprendizagem experiencial e formação em serviço social. Intervenção Social, (2/3), 37–48. Obtido de http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/is/article/view/936

Edição

Secção

A formação/hoje