(Des) Construir a solidariedade, transformar a assistência

Autores

  • J. Figueiredo Santos Mestre em Serviço Social pela Pontificia Universidade Católica de S. Paulo. Docente no ISSSB e Professor adjunto na Escola Superior de Gestão, Hotelaria e Turismo da Universidade do Algarve. Presidente da Direção de uma IPSS.

Resumo

A reflexão de síntese que ora reveste a forma de artigo, esta embrionariamente ligada a produção da investigação de que resultou a tese de mestrado. Procura dar conta, em esboço, de alguns traços fundamentais dos limites da experiencia assistencial em Portugal, tomando como enfoque o modelo institucional que caracteriza espaços político-administrativos, tão adversos da cultura portuguesa- as I.P.S.S. 1 - no que se serviu, como suporte empírico, da análise de um estudo de caso em profundidade. Reflete-se aí, sem analgésicos, a questão de se saber se essa modelação institucional e, ou não, possuída de uma racionalidade que não perfilha a solidariedade como um fim, mas tão só, como metáfora de suporte de uma ação que a si mesmo se justifica como fim.

Se por um lado se aposta na compreensão e explicarão da sua ação, dando conta da feição antonómica do seu modelo básico de gestão na superação das "demands", por outro, procura-se esboçar a vertente gnoseológica da sua transformação, nos limites da consciência possível, a qual reflete a necessidade de se repensar o "campo"  assistencial, a ação dos seus agentes e das instituições de suporte.

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Publicado

2014-06-20

Como Citar

Santos, J. F. (2014). (Des) Construir a solidariedade, transformar a assistência. Intervenção Social, (13/14), 143–165. Obtido de http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/is/article/view/1326

Edição

Secção

Artigos