A queixa na saúde: "Sólida... ou a desfazer-se no ar...?”

Autores

  • Teresa Nobre

Resumo

O artigo faz parte da minha tese de Mestrado em Serviço Social que tem por título ''A Ilusão do Direito à Saúde" e por temática a política de saúde nacional, analisada a partir das reclamações dos utentes dos Centros de Saúde da Sub-região de Saúde de Setúbal, isto é, existentes no Gabinete do Utente que é um Serviço de reclamações. No ponto de vista do utente, o Gabinete do Utente e um serviço que contribui para a legitimação dos seus direitos de cidadania na saúde ou, pelo contrário, é um serviço controlador e hegemónico da instituição e dos próprios profissionais que a servem? Como forma de participação na saúde, qual é a função útil da reclamação/queixa? Que legitimidade e visibilidade têm? Que capacidade de decisão tem lido os queixosos na protecção da sua saúde, na participação e controlo dos seus serviços? Será a reclamação um meio pelo qual se exerce o direito que os indivíduos e a comunidade têm de participar na definição do político de saúde e no controlo do funcionamento dos serviços? É uma forma de mediação na modernidade (Estado /Sociedade /poder / dominação)? Como se_ estabelece a relação comando- obediência? Há um espaço de participação no sentido da satisfação das necessidades da população envolvida, ou não?

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Publicado

2014-06-02

Como Citar

Nobre, T. (2014). A queixa na saúde: "Sólida. ou a desfazer-se no ar.?”. Intervenção Social, (21), 11–32. Obtido de http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/is/article/view/1105

Edição

Secção

Dossier: Serviço Social & Saúde