Atitudes de adolescentes face à doença mental

Autores

  • Patrícia Arriaga
  • Felipa Costa
  • João Taborda

Resumo

Este estudo analisa a eficácia de uma intervenção junto de adolescentes relativamente as suas atitudes foce a doença mental. Foram aplicadas, em duas fases (pré e pós intervenção), duas escalas para avaliar as atitudes: uma Escala de Distancia Social e uma Escala de Diferenciadores Semânticos. A intervenção ocorreu junto de estudantes que frequentavam o 3 ciclo do Ensino Básico de uma Escola do Concelho de Lisboa. Para comparar os resultados recorreu-se a uma segunda escola (grupo de controlo), na qual não houve intervenção, mas em que se procedeu a aplicação das mesmas escalas nos dois momentos de avaliação. Na primeira fase (pré-intervenção) as escalas foram aplicadas a 293 participantes de ambas as escolas, e numa segunda fase (pós-intervenção) a uma amostra total de 102 participantes. Os resultados obtidos sugerem que a intervenção produziu efeitos positivos nas atitudes dos adolescentes. O grupo de participantes submetido a intervenção manifestou atitudes mais favoráveis foce ao doente mental, comparativamente com o grupo de controlo.

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Publicado

2014-05-30

Como Citar

Arriaga, P., Costa, F., & Taborda, J. (2014). Atitudes de adolescentes face à doença mental. Intervenção Social, (28), 79–98. Obtido de http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/is/article/view/1064

Edição

Secção

Artigos