Zonas de baixa salinidade e índices bióticos: DNA barcoding - uma nova ferramenta de monitorização ou uma ferramenta complementar?

João Paulo Medeiros, Paula Chainho, José Lino Costa, Carla Azeda, Erica Sá, Gilda Silva, Maria Luisa Chaves, João Carlos Marques, Eric D. Stein, Blythe Layton, Stephen B. Weisberg, Maria José Costa

Resumo


No presente estudo, os resultados foram obtidos com base na identificação morfológica dos organismos bentónicos e na combinação dos índices bióticos AMBI e IBMWP. A área de estudo centrou-se na zona de transição dulçaquícola-oligohalino do estuário do Rio Mira, para a qual foram calculadas diversas métricas desenvolvidas para sistemas dulçaquícolas e marinhos, com o intuito de avaliar a condição das comunidades bentónicas. Uma modificação de ambos os índices foi proposta. Os resultados mostraram que o índice IBMWP pareceu subestimar o estado ecológico destas comunidades, devido à diversidade naturalmente baixa nesta área. Mas qual será, na realidade, a verdadeira diversidade neste ecossistema que limitou o desempenho deste índice? A solução poderá passar por uma nova abordagem – DNA barcoding – que contribuirá certamente para uma maior resolução taxonómica com repercussões positivas no desempenho do índice IBMWP, bem como de outros que possam eventualmente ser adaptados e aplicados a estas áreas.


Palavras-chave:

Índices bióticos, Zonas de baixa salinidade, Macroinvertebrados bentónicos, DNA barcoding, Rio Mira.


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